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Transporte e Cia.

O mundo do transporte

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Categoria: Caminhões

A Operação Carga Pesada, realizada com o objetivo de evitar e prevenir acidentes, fiscalizando principalmente caminhões e carretas, desde 1º janeiro flagrou 1.100 toneladas de excesso de peso, em 242 veículos autuados, do total de 731 veículos de carga fiscalizados no estado da Bahia.

Em Barreiras, durante a operação, somente em dois veículos fiscalizados no dia 17/03, foram flagrados mais de 30 toneladas em excesso de peso.

No primeiro caso, um caminhão atrelado a uma “Dolly” e um semi-reboque próprio para carreta, pesando 71 toneladas de madeira, quando a CMT (capacidade máxima de tração) seriam 45 toneladas.

O condutor afirmou que trazia a carga de lenha do Posto Rosário para uma indústria.

O outro caso foi de um bi trem carregado de milho que transitava com mais de 8 toneladas em excesso de peso.

Tais atitudes põem em risco todos os usuários das rodovias, além de danificar o pavimento asfáltico das rodovias, aumentando os riscos de acidentes.

Fonte: PRF

A nova linha de caminhões Cargo é um dos lançamentos mais aguardado pelo setor de veículos comerciais. A Ford ousa ao lançar, ao mesmo tempo, uma linha com seis modelos com cabine regular e cinco cabine-leito. São modelos totalmente novos e a fábrica garante que, as vendas a partir de maio serão feitas numa condição imbatível por reunir design moderno, qualidade, conforto, desempenho, funcionalidade, versatilidade e preços altamente competitivos.

Com caminhões na faixa de 13 a 31 toneladas de PBT, o Novo Ford Cargo é um projeto global que foi desenvolvido nos estúdios de design e centro de engenharia de Camaçari, Bahia, e de São Bernardo do Campo e Tatuí, em São Paulo, com intensivo suporte das unidades dos Estados Unidos e Europa. A sua concepção teve como base as pesquisas e os testes realizados na América do Sul, o que resultou num produto apto para diferentes mercados.

“Este é um momento muito importante para a Ford Caminhões, uma marca pioneira na América do Sul. Lançamos uma linha completa de caminhões como parte dos investimentos de R$ 670 milhões que estamos realizando até 2013 na Operação de Caminhões. O Novo Ford Cargo vai surpreender o mercado por exceder os requisitos desejados nesse crescente segmento de mercado”, diz Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil e Mercosul.

“Estamos mais uma vez fazendo história e mostrando a capacidade técnica dos engenheiros e designers da América do Sul em criar caminhões de padrão global”, enfatiza o executivo.

A nova linha é formada pelos modelos Cargo 1317, Cargo 1517, Cargo 1717, Cargo 2622, Cargo 2628, e Cargo 3132, com cabine-regular; e Cargo 1722, Cargo 2422, Cargo 2428, Cargo 1932R e Cargo 1932, com cabine-regular ou cabine-leito.

O Novo Ford Cargo reúne o conceito mais moderno de design. Apresenta linhas modernas e bonitas, mas também robustas e fundamentalmente funcionais. A modernidade está em evidência nas linhas limpas e no desenho empregando a chamada linguagem Kinetic Design da Ford, que busca dar uma sensação de movimento ao veículo, mesmo com ele parado.

A robustez está presente no uso de materiais de alta resistência, no para-choque forte e nas caixas de rodas encorpadas. O aspecto funcional é apresentado na aerodinâmica, no capô de fácil acesso, no basculamento de 60 graus e rápida operação e no interior totalmente criado para facilitar a vida do motorista.

O projeto da linha Novo Cargo 2012 consumiu três anos de intenso trabalho de desenvolvimento e pesquisas junto a clientes reais. O objetivo foi criar a melhor proposta no segmento de caminhões, com o comprometimento da Ford em apresentar uma linha moderna e eficiente num mercado onde a marca Ford tem grande aceitação.

A Ford Caminhões tem uma participação de 19% na América do Sul. No Brasil, está entre as três marcas de maior prestígio e sua participação de mercado foi 23,9%, excetuando-se os caminhões extra-pesados segmento onde a marca não atual. Na Argentina, a Ford tem 23% de mercado, enquanto que no Chile é de 6%. Na Venezuela, a Ford é líder de mercado com 38% de participação.

“Este é o principal lançamento do ano no segmento de veículos comerciais e com a linha do Novo Ford Cargo 2012 a nossa previsão é crescer neste mercado. Passamos a oferecer a cabine-leito, versão inédita na Ford, e os nossos modelos ganharam mais competitividade e estão entre os mais modernos do mundo”, afirma Oswaldo Jardim, diretor de Operações de Caminhões da Ford América do Sul.

“Nossas pesquisas mostraram que os clientes ficaram satisfeitos com a nova linha. Tradicionalmente, sempre estivemos entre os principais do mercado e vamos dinamizar ainda mais nossas operações. Oferecemos tudo que o nosso cliente precisa: design, qualidade, desempenho, funcionalidade, versatilidade e serviços. No Brasil, por exemplo, temos 134 distribuidores exclusivos de caminhões perfeitamente aparelhados. Por todos esses aspectos, posso dizer que o Novo Ford Cargo é o lançamento do ano em veículos comerciais”, conclui Oswaldo Jardim.

O Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI) foi prorrogado até 31 de dezembro deste ano. Mas os juros vão subir a partir de 1º de abril. No caso do Procaminhoneiro, eles passam de 4,5% ao ano para 7% ao ano. E, no Finame PSI, sobem de 8% para 10%. As informações são do BNDES.

O banco estatal também anunciou um remanejamento de recursos entre as diferentes linhas (rubricas) do PSI, de forma a atender, ao máximo possível, o grande volume de pedidos de financiamento que deu entrada no BNDES às vésperas do prazo de encerramento do programa.

Essa redistribuição de recursos dentro do PSI, em sua versão 2, permitirá realocar um total de R$ 1,1 bilhão, sendo metade desse valor para ônibus e caminhões e a outra metade para outros bens de capital. Esses recursos de financiamento serão rateados entre os agentes financeiros que operam o PSI, de acordo com seu nível de participação e de desempenho no programa e de acordo com seu limite de crédito.

Com isso, será possível atender parte de um estoque de pedidos que atinge cerca de R$ 4 bilhões, resultado da grande corrida ao programa, observada nos últimos dias.

O atual PSI tem prazo de vigência até 31 de março (ou seja,as operações poderão ser contratadas até o final deste mês), mas o período para encaminhamento de pedidos de financiamento se encerrou em 28 de fevereiro último.

A prioridade para a destinação dos R$ 1,1 bilhão será dada pelos próprios agentes financeiros, responsáveis pelo risco das operações indiretas. Dessa forma, caberá a eles selecionar os projetos a serem financiados.

A seleção dos projetos deverá ser feita entre os dias 4 e 11 de março, a fim de que as operações de financiamento sejam contratadas até 31 de março.

A alta demanda por alimentos no mundo não só gerou preços mais aquecidos aos produtores, mas tarifas mais caras de safra no transporte em MT – São Paulo

Apesar dos altos preços obtidos pelos produtores brasileiros com a venda de grãos como o milho e a soja, o transporte e a armazenagem ainda são os grandes vilões para a rentabilidade e a competitividade do agricultor brasileiro. Neste cenário, a Região Centro-Oeste é a mais afetada com a falta de armazéns, de caminhões e as altas tarifas, já que depende quase que exclusivamente do modal rodoviário. Um quadro que se repete em todas as safras.

O Brasil deve produzir nesta safra 2010/2011 cerca de 124 milhões de toneladas de soja e milho, e os produtores de Mato Grosso (um dos maiores produtores desses grãos) estão preocupados com o escoamento dessa safra. Segundo Carlos Favaro, diretor administrativo da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT), após o inicio das colheitas da soja no estado, este mês, os produtores já encontraram problemas na hora de escoar suas produções, isso por conta da falta de caminhões e pelo custo do transporte. “Com o começo da colheita, a oferta por transporte diminuiu muito, já o custo de aumentou. O nosso estado sofre muito com a logística”, disse ele.

O produtor de soja da cidade de Sorriso, no Mato Grosso, Argino Bedin, conta que os problemas se agravam a cada ano, e o volume de caminhões nas estradas é assustador. Ele disse que fora a época de safra, os preços com o transporte variam entre R$ 140 e R$ 160, e durante a colheita os valores ultrapassam a casa dos R$ 210 a tonelada de soja. “Nesse período, além da dificuldade de encontrar transporte, e pagar mais caro por isso, os preços dos grãos caem por conta das altas ofertas, e isso é perigoso. Então, temos que monitorar para não perder dinheiro”, contou. Bedin afirmou que a distancia entre os produtores e os portos do País, aliada a falta de outros modais de transporte, como hidrovias e ferrovias, diminui bastante a competitividade de venda do maior estado produtor de soja do Brasil.

“Pela distancia que ficamos dos portos, normalmente o preço que pagamos para transportar nossa soja já limita nossa competitividade. Se colocarmos nessa conta as perdas de mercadorias causadas pelo transporte de caminhão em estradas ruins, a rentabilidade que teríamos por conta dos preços mais aquecidos do grão diminui ainda mais”, garantiu o produtor.

Segundo Neuto Gonçalves dos Reis, coordenador técnico da Associação Nacional do Transporte de Carga e Logística (NTC&Logística), muitos especialistas apontam a criação de ferrovias como a melhor solução logística a médio prazo. Entretanto as poucas linhas férreas que chegam ao centro-oeste, cobram valores ainda mais altos que o transporte rodoviário. “A ferrovia também está tirando proveito dessa alta demanda por alimentos. Muitas empresas reclamaram que os preços para transportar grãos por ferrovias aumentaram muito. Além disso, os ferroviários estão fechando mais contratos do que conseguem carregar, estocam a soja em seus terminais e demoram para transportar”, frisou ele. Neuto acredita que mais de 70% da produção de grãos de Mato Grosso seja transportado por rodovias, dado ao desinteresse do setor ferroviário nesse produto que agrega pouco valor, e ao fato das grandes ferrovias interligadas a portos ainda não tenha chegado aos polos de produção agrícola. “As ferrovias estão muito centradas no transporte de minérios, deixando o transporte de produtos agrícolas ainda em volumes pequenos.”

Já o diretor executivo da Associação dos Transportadores de Carga do Mato Grosso, Miguel Antonio Mendes, atribui os gargalos no escoamento de grãos, não só à falta de intermodalidade, e condições precárias das estradas, mas também à falta de armazéns para estocar os produtos. “A falta de armazéns gera um grande volume de grãos a serem transportados em época de safra. Se o estado tivesse uma infraestrutura de armazéns maior, o produtor não ficaria refém dos preços de transporte como está hoje.” Mendes contou que apenas 8 milhões de toneladas de grãos do Mato Grosso, são transportados por ferrovias atualmente. “Além disso, são realizados contratos aquém da capacidade de transporte, e isso tem ocasionado gargalo no pico da safra”, finalizou

Fonte: DCI

A gama Iveco Stralis NR, lançada em março, apresenta duas novidades aos clientes a partir de janeiro de 2011. Os modelos Iveco Stralis 460NR e 410NR já sairão de fábrica com tanques de alumínio, que possuem a maior capacidade volumétrica de série no segmento competitivo dos extrapesados (com o mesmo entre-eixo), e ar-condicionado. As novas configurações serão oferecidas a todas as três versões de trações (4X2, 6X2 e 6X4).

Os modelos Iveco Stralis 460NR e 410NR, de tração 6×2 e 6×4, terão de série dois tanques de alumínio que, juntos, comportam 900 litros (600 + 300 litros). “É a maior capacidade volumétrica de série com o mesmo entre-eixo da categoria de pesados acima de 45 ton de PBT. Isso significa maior autonomia nas viagens e maior produtividade”, afirma Cristiane Nunes, gerente de Marketing do Produto da Iveco Latin America.

A Iveco vem percebendo que nos últimos anos, centenas de transportadoras estão preferindo controlar o abastecimento e a qualidade do diesel com bombas de combustíveis localizadas dentro de suas garagens. “Com maior autonomia, dependendo da rota, o motorista não pára para abastecer, evita postos desconhecidos e diesel de baixa qualidade e chega mais rápido ao destino. Além de poder fazer mais viagens com menos consumo de combustível, especialmente porque os Stralis NR têm o motor mais econômico da categoria”, completa.

No caso da versão 4×2, os dois tanques de alumínio possuem volume total de 820 litros (600+220 litros). Os Stralis NR 4×2 vendidos, também a partir de janeiro, para aplicação cegonheiro serão compostos de um tanque de alumínio, um de 600 litros, e de série, e o segundo, de 220 litros, como opcional.

“Os tanques de alumínio ainda oferecem duas vantagens em comparação ao tradicional de plástico. Eles agregam melhoria estética ao conjunto do caminhão, trazendo mais modernidade ao produto e superior resistência térmica”, salienta a gerente.

Também a partir de janeiro, os Iveco Stralis 460NR e 410NR da linha 2011 serão comercializados com ar-condicionado de série. Trata-se de um aliado importante em um país tropical, especialmente nas regiões Norte e Nordeste e em aplicações severas. “A Iveco comprova mais uma vez que está sempre atenta às tendências do mercado na busca de maior produtividade e conforto aos seus clientes”.

O terceiro modelo da gama Iveco Stralis NR, a versão de 380 cavalos, continua oferecendo tanques de alúminio e ar-condicionado como itens opcionais.

Stralis NR, modernidade e mais de 60 configurações diferentes

A gama Stralis NR teve o cliente Iveco como protagonista de sua criação. No total, foram mais de 2 milhões de quilômetros rodados (o maior teste de campo da história da Iveco do Brasil) e 18 meses de desenvolvimento. A família oferece três opções de tração, duas de câmbio, quatro de eixo traseiro e cabinas de teto alto e baixo, em mais de 60 configurações diferentes. Os modelos 460NR e 410NR entregam o maior torque em suas faixas de potência e possuem o mais potente freio motor de série de suas categorias (450 cv), nova transmissão, novo sistema de troca de marchas e embreagem mais macia que a de um automóvel e maiores intervalos entre as revisões programadas.

A gama Iveco Stralis NR pode atender a aplicações rodoviárias como, por exemplo, graneleiro, carga seca, basculante, baú carga geral, tanque, cegonheiro, baú frigorífico, porta-container, baú lonado (sider) e canavieiro. Alguns outros itens de série são suspensão pneumática de cabina, climatizador, ampla cama, vidro elétrico, travamento central das portas, buzina pneumática, econômetro (medidor de consumo instantâneo e pressão do turbo), espelho retrovisor elétrico, pára-lama tripartido e computador de bordo.

Um total de 9,6 milhões de veículos pesados passaram pelos Postos de Pesagem durante o ano de 2010, sendo que cerca de 7% (676.239) destes veículos carregava carga acima do permitido pelo Código Nacional de Transito.

No comparativo com o ano anterior, 2009, houve um aumento de 18 postos de pessagem o que totalizou 70 postos, deste total 41 equipamentos são fixos e 29 móveis, e o índice de veículos com excesso de peso baixo 1,5%. O execesso médio de peso nos veículos caiu de 1 Tonelada para 968kg, uma redução de 17% em média.

Em caso de flagrante o DNIT efetua o transbordo e/ou remanejamento da carga em excesso, sendo o remanejamento dentro do próprio veículo para eliminar o excesso sobre algum eixo e no transbordo a carga em excesso e passada para outro veículo.

O excesso de peso coloca em risco a vida do motorista, acarreta em danos ao pavimento e grande gasto com manutenção dos veículos.

As novas rodovias que cruzam o continente ligando o Atlântico ao Pacífico estão fixando o papel do Brasil como líder continental, com a abertura de mais portas para a exportação, principalmente ao mercado Asiático.

O impacto na economia não será igual como o canal do Panamá, mas será considerável. No Peru há três de seus portos ligado por novas rodovias o que coloca na rota estratégica no comercio aos mercados emergentes do Brasil e China. A primeira transcontinental que passará pelo Peru está prestes a ser inaugurada com 5.438 quilômetros.

No Chile entrou em operação no final de 2010 uma estrada que faz a ligação entre o pais e o Brasil via a Bolívia.

Após décadas prestando pouca atenção ao resto da América do Sul, o Brasil agora está se afirmando como líder natural num continente onde os EUA, atualmente envolvidos na incerteza econômica, tradicionalmente viam como seu quintal.

A empreiteira brasileira Odebrecht, que participa da construção da rodovia, planeja investir 10 bilhões de dólares em infraestrutura no Peru nos próximos cinco anos, em projetos energéticos, hídricos e rodoviários.

O Brasil, que tem fronteira com dez países no continente, diz que o principal objetivo da estrada para o Peru é aprofundar os laços econômicos com a América do Sul, e que no futuro se verá se o fluxo comercial com a Ásia irá aumentar.

Imagine uma ferramenta que o caminhoneiro pode carregar em suas viagens e buscar informações sobre as rodovias brasileiras, as melhores e mais rápidas rotas entre as cidades, os preços dos pedágios, os postos de combustíveis ao longo do trajeto e custos para se chegar ao destino. Agora pense em toda essa informação disponibilizada através do seu celular.

A Iveco lançou, neste ano, um aplicativo para aparelhos iPhone. Essa nova ferramenta vai aproximar ainda mais a montadora de seu público-alvo, levando mais modernidade para o dia a dia dos motoristas. “A integração da comunicação digital com o transporte já é uma realidade presente e muito útil. A Iveco sai na frente oferecendo um serviço exclusivo que permite ao cliente ter acesso à montadora a qualquer hora do dia. É como levar a Iveco para casa”, diz Hellen Santos, analista de Comunicação Digital.

Unindo os benefícios do GPS com informações disponíveis sobre as rodovias brasileiras, o aplicativo permite ao usuário também visualizar as concessionárias mais próximas por meio da sobreposição do iPhone em um ambiente real. Com o aplicativo, também será possível acessar informações sobre os produtos da montadora, incluindo as fichas técnicas e a visualização 360º de alguns modelos. Através do toque na tela, o usuário pode girar a imagem do caminhão em um ângulo de 360º, um recurso inovador apresentado pela Iveco.

Além disso, é possível fazer uma simulação do cálculo de financiamento do caminhão pelo Iveco Capital, braço financeiro da montadora. Esse recurso será disponibilizado através de uma integração entre o aplicativo com o site do Iveco Capital. Para acompanhar as principais novidades da Iveco, o aplicativo vai fornecer as últimas notícias do blog da empresa, além das últimas ações de sustentabilidade realizadas pelo programa Próximo Passo.

Essa inovação vem reforçar a estratégia da Iveco em implementar cada vez mais o mundo digital em sua cultura organizacional. Nos últimos anos, a Iveco desenvolveu ações que aproximam ainda mais o cliente do dia a dia da montadora, com a abertura de diversos canais de relacionamento online, muitos deles ainda inéditos no setor.

O aplicativo da Iveco foi desenvolvido pelas empresas Apontador e Maplink, em parceria com a agência Domínio Público, e já foi homologado pela Apple, responsável pelo celular IPhone. Ele já pode ser baixado gratuitamente na loja da Apple Store.

Fonte: Blog Iveco

O CONTRAN – Conselho Nacional de Trânsito – tornou obrigatória a instalação de “Dispositivo Auxiliar de Identificação Veicular” nos caminhões, reboques e semi-reboques com peso bruto superior a 4.500 kg.

Com a “terceira placa” as autoriadades esperam melhorar a leitura das placas através dos radares com sistema de OCR, que interpreta as letras e os números, o que o torna mais eficiente no combate ao roubo de cargas e veículos.

O cronograma para a instalação da “terceira placa” será pelo final da placa:
- 1 e 2 : 30 de setembro de 2011
- 3, 4 e 5: 31 de outubro de 2011
- 6, 7 e 8: 30 de novembro de 2011
- 9 e 0: 31 de dezembro de 2011

Os detalhes da Resolução com as características e localização de instalação da “terceira placa” você encontra no site do DENATRAN, para facilitar é só clicar aqui.

Os dispositivos deverão ser em película refletiva com homologação da DENAGTRAN com a dimesão de 80 x 400 mm e o fundo deverá ser na cor amarela com as letras e os números com 63 mm de altura na fonte Mandatory. Caso o caminhão não tenha superfice lisa no locar de fixação, a “terceira placa” deverá ser aplicada antes em uma base.

O estado de Minas Gerais está com mais de 18 mil caminhões, 7% da frota do estado, parados nos pátios das transportadoras por falta de motoristas qualificados para a função. O total da frota de caminhões do estado é de 260 mil veículos e o déficit chega ao impressionante número de 60 mil trabalhadores e a falta de profissionais não é somente um problema de Minas Gerais e sim do Brasil inteiro.

No estado de Minas o transporte rodoviário emprega mais de 600 mil pessoas e devido ao aquecimento da economia, o problema tem afetado, principalmente, os transportes nas áreas de mineração, siderurgia, combustível e agronegócios.

O mercado aponta como grande problema para a falta de caminhoneiros as atuais exigências de qualificação para a condução dos caminhões mais modernos que alta tecnologia embarcada.